Conflito no Oriente Médio
Estados Unidos acreditam em resposta limitada de Israel ao Irã
INTERNACIONAL
Telavive – Israel
Segundo a imprensa norte-americana, o governo dos Estados Unidos acredita que a resposta de Israel ao Irã será limitada, podendo inclusive não atingir o território da República Islâmica, mas um dos proxies, os aliados regionais iranianos.
Oficiais dos EUA ouvidos de forma anônima pela rede NBC disseram acreditar que Israel pode eleger como alvos o Hezbollah, no Líbano, ou mesmo milícias pró-Irã localizadas na Síria e no Iraque.
Uma premissa do posicionamento de Israel é que nenhum ator – estatal ou não-estatal – que opte por atacar o país pode ficar impune, e por isso é necessário uma resposta ao Irã – que realizou um ataque sem precedentes ao território israelense, executando inclusive a maior ofensiva com mísseis balísticos e de cruzeiro da história.
Ao mesmo tempo, Israel busca uma alternativa que seja capaz de atender a três de seus interesses internacionais: 1) não ampliar o conflito para uma guerra regional; 2) realizar uma ofensiva aceitável aos Estados Unidos; e 3) manter a aliança de países, inclusive árabes, colocada em prática para ajuda a defesa israelense diante do ataque iraniano.
O canal público israelense KAN relata que Israel teria avisado aos países árabes aliados que a ação não irá colocá-los em perigo. Isso porque o Irã declarou que qualquer país da região que auxiliasse os israelenses de alguma maneira poderia ser alvo de retaliação por parte de Teerã.
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* Informação jornal Israel de Fato – Conteúdo
* Foto: Reprodução do Gabinete de Guerra / JIF
INTERNACIONAL
Sem Brasil, países sul-americanos anunciam parceria para frear avanço do crime organizado
Por Isabella de Paula*
Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.
“Vamos enfrentar o crime juntos. Queremos trazer segurança e tranquilidade aos nossos concidadãos. Hoje, nasce o Compromisso de Santiago”, anunciou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu uma reunião que reuniu homólogos dos cinco países.
Dada a natureza transfronteiriça do crime, acrescentou, “os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações”. O Brasil não integrou a reunião.
Os países envolvidos na iniciativa se comprometeram a desenvolver um plano de ação conjunto, que inclui “ações concretas e resultados mensuráveis e verificáveis”, e a se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso.
Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta.
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- Gazeta do Povo – Conteúdo
- Foto destaque: Crédito – Javier Torres / Agência EFE
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